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O Sweet Point na gestão de plataformas digitais

Mais que uma plataforma digital construímos uma experiência contínua e estratégica. Website ou App headless tendem a ter um CRM integrado e muito mais. Tudo em cloud.

A execução rápida e eficiente de plataformas web de alta conversão com uma experiência fluída centrada nos stakeholders e consumidores é garantida com a escolha de sistemas headless. Para além de o processo do projeto ser mais simples, também é executado em menor tempo – porque evita atividades tediosas e, a longo prazo, contribui para aumentar a produtividade, mesmo quando o produto já está disponível.

É uma tendência do mercado e um ótimo recurso quando unimos o gestor de conteúdos (CMS) a dashboards com indicadores de desempenho e a um gestor de contactos (CRM) para a gestão de múltiplas plataformas. Um website já não é um repositório de informação para as empresas. Uma app só sobrevive com uma grande capacidade funcional e de retenção. O contacto, a empatia e o ciclo de vida é cada vez mais longo e mais importante para as empresas. Um Website, uma Progressive Web App ou/e App são o grande ponto de valor para o acesso à plataforma de colaboradores, stakeholders e clientes. Cada audiência tem os seus objetivos e necessidades, sejam elas funcionais ou emocionais. Para o tecido empresarial é uma mais valia que o gestor de plataformas digitais reduza custos de operação e aumente a produtividade.

A arquitetura headless propõe eficácia, flexibilidade e redução de custos a médio e longo prazo. Para os departamentos de vendas, comerciais, comunicação e outros é essencial que as equipas sejam capacitadas com ferramentas de previsão, relatórios e gestão. No cenário mais comum cada sistema tem o seu interface, e no fim do dia o colaborador tem “100” plataformas abertas e o dobro em ficheiros no seu dispositivo. Em vez disso, a nossa proposta é a criação de uma arquitetura headless suportada por cloud para a gestão de várias plataformas num único local. Otimizamos assim, a experiência dos colaboradores e das equipas, tal como aumentamos a agilidade de inovar continuamente os produtos digitais ao serviço do cliente e consumidor. Outro grande benefício é o recurso otimizado de content syndication e da gestão de conteúdos multi-idioma.

O que é uma Arquitetura Headless?

A gestão de conteúdos headless é eficiente, oferece maior revenue e conseguimos criar conteúdo com escalabilidade a partir de um hub central e distribuído via API. Reduz o trabalho isolado dos departamentos, e promove a visão e operação holística entre áreas da sua empresa. Afinal de contas não prático copiar e colar informação manualmente para dezenas de plataformas. Com este tipo de solução conseguimos maximizar o tempo de desenvolvimento, ter uma estrutura e modelo flexível e aumentar a performance das apps e websites. Isto porque o frontend e o backend do Content Managment System (CMS) estão dissociados, permitindo reutilizar o frontend do site com outros sistemas e reutilizar o conteúdo (prática de content syndication). O hosting da solução na cloud usa um fornecedor de plataforma como serviço. Além disso, ainda podemos integrar serviço de traduções, gestão de contacto, e dashboards com indicadores de sucesso..

Maior escalabilidade, maior revenue, mais eficácia

A Creative Tech como Accelerator da Devoteam centra-se na experiência dos produtos que desenvolve em colaboração com as marcas e empresas. Para a otimização contínua da jornada do consumidor, incluindo do colaborador, é essencial que existam poderosas formas de arquitetura de dados para a sua monitorização, com o potencial de modelos preditivos sobre o comportamento dos utilizadores. Como resultado conseguimos a personalização da comunicação. Ou seja, apenas “entregamos” o que realmente é de interesse para o cliente e consumidor. É fantástico a reação de todos quando conseguimos inexplicavelmente “adivinhar” o próximo passo. Até faz parecer algo bastante óbvio. Porém, exige pensamento estratégico e uma abordagem holística que abraça todas as áreas do negócio, pensar em cada departamento e necessidades, rever e redefinir toda a experiência desde a gestão, operação à entrega até à experiência omnicanal do cliente e consumidor.

Para a otimização contínua da jornada do consumidor, incluindo do colaborador, é essencial que existam poderosas formas de arquitetura de dados para a sua monitorização, com o potencial de modelos preditivos sobre o comportamento dos utilizadores.

Em larga escala, isto significa o mergulho profundo nos sistemas das empresas e stakeholders, a escolha eficiente de tecnologias com a capacidade de sincronizar informação e de serem integrados numa única plataforma. Tudo com o mínimo prejuízo de performance promovendo uma harmoniosa sinfonia entre complexos programas, sistemas e tecnologias. Uma sinergia muitas vezes movida através da estratégia de APIs que se traduz em combustível para uma comunicação que começa por ser personalizada a hipersonalizada.

Imaginemos os seguintes exemplos práticos:

  • Imagine-se ir às compras e adquirir um creme de noite ou uma espuma de barbear. Passados 15 dias, recebe um aviso – seja um email, uma notificaçao de qualquer tipo – a convidar a recomprar com algum tipo de desconto. Como isto é possível? Fácil! Quando adquiriu o produto, o sistema de faturação comunica com o gestor de produto e vice versa. Um dos dados guardados é o numero de utilizações previstas. Com isto conseguimos estimar o ciclo de utilização e saber que o seu produto favorito está a terminar.
  • Ou por exemplo, comprar durante um mês as fraldas para uma criança, e assim que entra no hipermercado, recebe um feliz aviso que o seu bebé está maior e que está na hora de experimentar outro tamanho. Mas como, continua a ser a questão.